
‘A temperatura em São Paulo aumentou mais do que a média global em 125 anos” (jornal O Estado de São Paulo de 30/05/2026).
Enquanto a temperatura média global subiu, aproximadamente, 1,2ºC desde 1900, e a da superfície terrestre subiu 2,0ºC, segundo dados do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), na capital paulista a máxima diária cresceu 2,4ºC, acentuando-se a partir de 1950.
Você acorda, dá uma olhada nas notícias e repara que todo dia é aquecimento global, redução das emissões de gases de efeito estufa e por aí vai. E, então você fica pensando: e eu com isso?
Nunca se falou tanto em reciclar, em sustentabilidade, em aquecimento global. Será que é só conversa ou nós podemos contribuir? Muitos de nós pensamos que se fizermos tudo o que falam não vai adiantar nada, sou só um neste cenário.

Aí que está o erro! Se você fizer a sua parte, conversar com vizinhos, família, amigos, esse número logo crescerá rapidamente e logo, mais e mais pessoas estarão contribuindo para minimizar todos esses problemas que os descarte irregulares dos resíduos causam ao nosso Planeta. Lembre-se que para vencer uma maratona é preciso dar o primeiro passo.
Menos de 18% de tudo o que produzimos e consumimos está sendo reciclado atualmente, apesar do potencial de reutilização e reciclagem de mais de 90% desses materiais.
O Dia Mundial do Meio Ambiente de 2026 surge como um importante chamado global para o combate ao aquecimento global, suas causas e seus efeitos. A campanha liderada pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente destaca e reitera a urgência de se responder aos desafios ambientais com atitudes concretas, inovação, persistência, arrojo e responsabilidade coletiva.
A data comemorativa traz um significado de reflexão sobre a situação do nosso Planeta: como temos cuidado da água, do solo, da biodiversidade?
Mas, não temos nada o que comemorar, visto que continuamos exaurindo e destruindo a nossa biodiversidade, o nosso solo, as nossas águas.
Mudanças climáticas, doenças mundiais, tragédias ambientais, todas essas manifestações são consequências das nossas atitudes ou, da falta delas.
Só reflexões não resolvem nada, precisamos de ações concretas de todos em defesa da Natureza, em defesa da vida.
Quando pensamos em mudanças climáticas, muitas vezes associamos o problema apenas às emissões de gases de efeito estufa liberadas pelas indústrias e veículos e, nos esquecemos que a forma como consumimos, a forma como descartamos nossos resíduos também impactam diretamente as mudanças climáticas.
E, entre todas as soluções possíveis, a correta gestão dos resíduos, desde a sua geração na nossa casa até seu destino final ambientalmente correto, ocupa um papel essencial na construção de um futuro mais sustentável.

Segundo estudos da Organização Mundial da Saúde, para cada dólar investido pelo município em tratamento de água e saneamento, são economizados 4,3 dólares em gastos com a saúde; o descarte irregular de resíduos também é problema de saúde.
O que tem sido feito até agora é muito pouco ou quase nada. Precisamos de políticos comprometidos com uma mudança real, que priorizem a vida das populações que lhes foram confiadas e não seus interesses pelo poder e pelo lucro imediato.
Não podemos continuar como um rebanho caminhando rumo à destruição sem fazer nada a respeito.
Acordemos para o que está acontecendo e vamos reagir enquanto é tempo, não é justo o que estamos fazendo para com a atual e para as futuras gerações.
Todos temos um papel crucial neste processo, precisamos acordar e reagir, não somos ovelhas, não precisamos caminhar para o matadouro, podemos escolher outro caminho, o caminho da vida.
O descarte inadequado de resíduos é um problema que requer atenção imediata e ação coletiva. É necessário implementar políticas públicas eficazes, promover a educação ambiental e incentivar práticas sustentáveis para mitigar esses impactos negativos no Meio Ambiente. Todos nós temos um papel crucial nesse processo para, juntos, garantirmos a preservação do nosso Planeta.
Faça a sua parte, o Grupo Rafa Entulhos está fazendo a dele.



